O prefeito Augusto Castro já autorizou o novo custo da água em decreto publicado nesta terça. O rejuste passa a valer 30 dias após a publicação, ou seja, a partir da conta de fevereiro. A Emasa deu a justificativa costumeira, de que "estudos mostram que o percentual recompõe apenas parte das perdas dos últimos anos" e não cobre tudo.
A Emasa aponta o aumento da energia elétrica, que responde por cerca de 20% dos custos operacionais, além da elevação nos preços de insumos químicos, tubos, componentes de PVC, cimento e massa asfáltica. A empresa cita falta de reajustes "entre 2020 e 2023". Porém, a informação é falsa. O correto é em 2020 e em 2023.
Em 2021, a Emasa conseguiu um reajuste de 9% nas contas de água e esgoto. O aumento entrou em vigor em novembro daquele ano. No final de 2022 houve outro aumento, este de 6,59%. Em dezembro de 2024, a água foi reajustada mais uma vez, em 18%, alegando o período de 2023 e 2024. A inflação do período foi de 9,45%.
O presidente da Emasa, Ivan Maia, declarou que o reajuste é necessário para manter a operação dos sistemas, preservar a qualidade e dar continuidade aos investimentos estruturais. "É essencial para a sustentabilidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, bem como para a manutenção dos investimentos".

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