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28 fevereiro 2026

O plano de ‘vingança’ do ex-presidente presidiário Bolsonaro contra o STF passa pelo Senado


 A corrida presidencial de 2026 pode estar apenas na superfície de um movimento político mais amplo. Segundo análise do colunista José Casado no programa Os Três Poderes, o verdadeiro foco do ex-presidente Jair Bolsonaro não seria apenas eleger o filho, Flávio Bolsonaro, ao Palácio do Planalto — mas ampliar a força do bolsonarismo no Senado (este texto é um resumo do vídeo acima).

O objetivo, segundo Casado, seria alcançar ao menos 42 cadeiras na Casa. Esse número permitiria criar um ambiente permanente de pressão sobre ministros do Supremo Tribunal Federal, com pedidos sucessivos de impeachment.

A eleição presidencial, nesse contexto, ganha outra dimensão: instrumento de mobilização para uma disputa institucional mais profunda.

Por que o Senado virou peça-chave?

O Senado é a Casa responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de impeachment. Com uma base robusta de apoio, seria possível protocolar e sustentar pedidos em série, mantendo a Corte sob tensão política constante.

Casado afirma que Bolsonaro, condenado e preso por crimes contra a Constituição — incluindo tentativa de golpe de Estado —, enxerga na recomposição do Senado uma forma de reação.

A estratégia equivaleria, segundo o colunista, a uma “vingança institucional”.

Flávio é candidato ou catalisador?

A candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, nessa leitura, teria dupla função: manter o bolsonarismo mobilizado nacionalmente e puxar votos para candidaturas ao Senado alinhadas ao ex-presidente.

A disputa majoritária serviria como motor para fortalecer palanques estaduais e ampliar a bancada do PL.

“O negócio do Jair não é eleger o filho presidente; se acontecer, ele não vai lamentar”, disse Casado. “Mas o que ele quer mesmo é garantir 42 votos no Senado.”

A estratégia muda o eixo da eleição?

Se o foco estiver mesmo no Senado, a campanha presidencial tende a ganhar contornos ainda mais polarizados.

De um lado, Luiz Inácio Lula da Silva busca consolidar apoio e neutralizar desgastes. De outro, Bolsonaro trabalha para transformar o pleito em um movimento coordenado de recomposição institucional.

O Senado passa a ser visto não apenas como Casa revisora, mas como centro de gravidade da próxima etapa do embate entre Executivo e Judiciário.

O plano é viável?

Alcançar 42 cadeiras exige articulação nacional ampla e vitórias em estados estratégicos. Hoje, o bolsonarismo tem base relevante, mas distante desse número.

Ainda assim, a mobilização pode alterar o cálculo político de aliados e adversários, influenciando negociações partidárias e formação de chapas.

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