Nair decidiu enviar o cão pela Gollog após descobrir que a Azul, empresa aérea pela qual viajou, não transportava animais com 9 kg. "Eu o coloquei em um voo combinado para chegarmos juntos no Espírito Santo", disse. Ela pagou R$ 684,00 pelo serviço.
A notícia do desaparecimento de "Pinpoo" veio durante uma escala do voo de Nair em Confins, Minas Gerais. "Quando liguei o celular, recebi um telefonema do meu tio, que é advogado, avisando que ele havia sumido", lembra. O tio de Nair foi quem levou "Pinpoo" ao aeroporto de Salgado Filho, em Porto Alegre, de onde o cão partiria com destino à Vitória.
Ao chegar no Espírito Santo, Nair foi até o balcão da Gollog com sua filha e seu genro para pedir mais informações. Os funcionários da empresa alegaram não saber nada a respeito do animal. Desesperada com a situação, ela antecipou sua volta para casa, que deveria ser apenas no dia 15 de março.
"A Gollog disse que a culpa não é deles, e sim da empresa terceirizada que leva seres vivos até os aviões", declarou Nair. A empresa afirmou ainda que está sendo bastante pressionada, mas prometeu à prejudicada que a levará na manhã desta sexta-feira, 11, até o aeroporto Salgado Filho para que ela possa procurar o animal. A dona nutre esperanças de que o encontrará, uma vez que o cão a reconhece pela voz.
"Pinpoo" faria 11 meses este mês e era filhote dos cães da filha de Nair. Ele foi assim batizado pois é uma mistura das raças Pinscher e Poodle. Em nota oficial, a Gol informou que está "apurando o ocorrido e prestando apoio à cliente, com quem tem mantido contato a todo momento." (Agestado)
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