Esse número é 40% maior que o registrado por empresas brasileiras e 68% acima do verificado em multinacionais norte-americanas e europeias, relatam Érica Fraga e Cláudia Rolli.
O estilo chinês de gestão inclui longas jornadas, horas extras, teleconferências noturnas e metas de produção inegociáveis.
Operários brasileiros da taiwanesa Foxconn reclamam da pressão e do ritmo de trabalho hiperintenso, informa Natália Paiva. A empresa não se pronunciou.
Análise Confucionismo é responsável por choques culturais, escreve Raul Juste Lores.
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