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09 maio 2011

Região litorânea lidera em roubos de carros

Dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) indicam que 30,1% (2.864) dos assaltos a carros que aconteceram nas 20 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) de Salvador foram praticados nas regiões litorâneas e ruas transversais que vão de Itapuã ao Costa Azul, de janeiro de 2009 a março deste ano.
Naquela região existem duas AISPs: a de Itapuã e a da Boca do Rio, que englobam esse trecho da orla, o de maior ocorrência de assaltos a automóveis. A primeira com 1.636 registros e a segunda com 1.228 vítimas desta modalidade de crime, na qual os carros são levados mediante ameaça.
Os números são embasados pelos depoimentos de ambulantes, surfistas e banhistas, que reclamam da insegurança. “Hoje ficar na praia é um risco. Parar o carro então é pior ainda”, afirmou o comerciante Paulo Soares Neto, 32.
Segundo ele, nos meses que antecederam a retirada das barracas, os furtos já atormentavam banhistas e donos de estabelecimentos. “Minha vizinha foi assaltada quando parava o carro após chegar na praia de Piatã com o marido. Levaram o carro e tudo que estava dentro”, continuou.
A SSP não dispõe de números específicos de roubos a carros na faixa litorânea da orla marítima, mas banhistas concordam que o aumento é uma realidade. “A praia está deserta, alvo perfeito para os assaltantes”, diz a administradora de empresas Paula Cavalcanti, 32.
Segundo banhistas, os assaltantes continuam se beneficiando da falta de movimentação na orla, sobretudo depois da retirada de barraqueiros da região.
Um grupo de surfistas da praia de Jaguaribe até mudou a rotina para evitar os ataques. “Não paramos mais o carro na orla. No posto Jaguaribe nossos automóveis estão mais seguros”, afirmou o empresário Rogério Vasconcelos, 36.
Nem um surfista policial civil, que prefere não revelar o nome, escapou da ação dos ladrões. Segundo um colega, “ele teve o veículo e a arma roubados”.
A equipe de reportagem tentou contato sábado, 7, por telefone, com o delegado Augusto Eustáquio, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), mas o celular estava desligado.

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