Boa parte das federações vê a entrada de Marin na presidência da CBF como um fortalecimento indesejado da FPF (Federação Paulista de Futebol) dentro da entidade nacional, já que o cartola é ligado à federação, da qual foi presidente entre 1983 e 1988. As federações insatisfeitas, junto com algumas equipes de fora de São Paulo, articulam para que haja uma eleição no curto prazo para definir um novo presidente da CBF.
Para o pleito, os clubes apresentariam um nome que os representasse. É nisso, por exemplo, que aposta Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro. "Precisamos [os clubes] brigar por eleições lá [na CBF]. Somos vários clubes, temos muitos votos, isso não pode ser ignorado”, advoga o cartola. Com informações do UOL Notícias
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