Paulo Henrique Pereira Sena, 14 anos, assinou contrato com o Barcelona. Ele é um dos 400 alunos do sargento Orlando Muniz, da UPP da Cidade de Deus. Paulo participava de torneio no Largo do Anil, e chamou a atenção do representante do time catalão. Ficará seis meses concentrado em Xerém, acompanhado por psicólogos e treinadores. Se tudo correr bem, em 2013 joga na base do Barcelona.
Um aposentado da Rua 5 de Julho, Copacabana, recebeu semana passada um oficial de Justiça com mandado de busca e apreensão inédito. Queria levar seu stent cardíaco. Tinha havido um problema entre o hospital e o plano de saúde, e este entrou na Justiça para reaver o stent. O oficial, que desconhecia o aparelho, desistiu. As empresas de saúde continuam discutindo entre elas.
Seria ótimo
João Gilberto pretende fazer CD de duetos internacionais. Na lista de convidados estão Eric Clapton, Tony Bennett e Liza Minnelli, que gostou e já passou seu telefone para Cláudia Faissol, mulher de João. “Esperamos um patrocinador”, diz Cláudia.
Rua à venda
Está à venda por R$ 5 milhões o número 64, que já foi o Cine Ideal e hoje faz festa GLS, na Rua da Carioca. O prédio, com cúpula que pode ser aberta nas noites de lua, é tombado pelo Inepac.
Piada da vida real
Marcelo Madureira, do Casseta e Planeta, também faz piadas na vida real e a última delas tem escalado como vítima um amigo. Pela terceira vez, Marcelo o presenteou com o livro “Big Pennis Book”. Marcelo gosta de obrigar o amigo a ir até a loja e trocar o livro, dizendo ao funcionário da livraria a frase constrangedora: “Quero trocar porque já tenho um!”.
Os males se escondem
“A boceta de Pandora” será tema da performance de Érica Leonardo, dirigida por Camila Marins, no Circo Voador. É uma “releitura do mito pelo olhar inverso e erótico”. “Queremos questionar a insatisfação do ser humano em contraposição à esperança”, diz Camila. A boceta de Pandora fala dos males escondidos atrás das aparências sedutoras.
O tatu certo
O leitor Waldemir Araújo corrige o imortal Lêdo Ivo (Gente Boa, “Tatu da morte”, domingo): “Quem gosta de defunto não é o agora famoso tatu-bola, mas sim seu parente o popular tatu-peba, de coloração esbranquiçada, quase albina.” (Joaquim Ferreira dos Santos)
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