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Rádio Itabunense
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21 novembro 2012
Prevenção de enchentes - 15 obras ficaram no papel
As obras prometidas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para sanar de vez inundações e enxurradas engatinham no planejamento desde a temporada de chuvas 2008/2009, quando cinco pessoas morreram. Das 40 intervenções planejadas para conter as águas de córregos ou impedir alagamentos de vias, 14 (35%) foram concluídas, e das 26 não executadas, 15 (57,7%) nem sequer saíram do papel. Ações em locais de fluxo intenso de veículos ou que concentram grande população em áreas ameaçadas ainda estão na prancheta, como no Ribeirão Arrudas, avenidas Cristiano Machado, Bernardo Vasconcelos e Francisco Sá, Córrego da Ressaca e Lagoa da Pampulha, em que já se registraram prejuízos e morte nesta temporada de chuvas.Na sexta-feira passada, um dia depois da tempestade que fez muito estrago em BH, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) foi a público admitir que as obras necessárias para tornar seguras as vias e beiras de cursos d"água da capital mineira só sairiam a partir de 2017 e custariam até R$ 4 bilhões.
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