
Criada no modelo de sociedade anônima (S.A), a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) vai pagar os mesmos impostos recolhidos por empreendimentos privados. Isso significa menos recursos para a manutenção de estradas e para grandes obras.Entre abril e junho, a EGR assumirá os polos de pedágio administrados por concessionárias privadas desde a assinatura dos contratos, há 15 anos, no governo Antônio Britto. Com isso, a empresa, criada pelo governo Tarso Genro em 2012, será responsável pela qualidade das rodovias.Ao ser enquadrada como S.A, a EGR ficou sujeita ao pagamento dos impostos que incidem sobre empresa comuns, sobretudo ISSQN, PIS e Cofins. Diante do cenário, a empresa terá de destinar R$ 10,3 milhões da arrecadação (8,6% do total) só para quitar os três tributos em 2013, diminuindo o poder de investimento nas estradas.
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