As tensões na península coreana vêm crescendo desde a realização do terceiro teste nuclear de Pyongyang, em dezembro, e atingiram o nível máximo com a ampliação das sanções na ONU contra o regime comunista e o início dos exercícios militares anuais entre Washington e Seul no início do mês. Na semana passada, o regime de Kim Jong-un já havia ameaçado atacar alvos dos EUA na Ásia em resposta ao voo de bombardeiros americanos B-52 na península coreana durante as manobras militares entre Washington e Seul. Horas antes da nova ameaça de Pyongyang, a imprensa oficial do regime comunista noticiou a realização de simulações de defesa no litoral leste do país, supervisionadas pessoalmente pelo jovem ditador Kim Jong-un. Embora especialistas duvidem que a Coreia do Norte tenha capacidade para atingir a área continental dos Estados Unidos, as bases no Japão e na ilha americana de Guam estão no alcance das armas convencionais de Pyongyang e são, portanto, um alvo realista. Diante do discurso norte-coreano, os EUA afirmaram recentemente que tem totais condições de proteger o seu território e o de seus aliados na Ásia. (Veja)
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Rádio Itabunense
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26 março 2013
Coreia do Norte posiciona mísseis contra EUA
As tensões na península coreana vêm crescendo desde a realização do terceiro teste nuclear de Pyongyang, em dezembro, e atingiram o nível máximo com a ampliação das sanções na ONU contra o regime comunista e o início dos exercícios militares anuais entre Washington e Seul no início do mês. Na semana passada, o regime de Kim Jong-un já havia ameaçado atacar alvos dos EUA na Ásia em resposta ao voo de bombardeiros americanos B-52 na península coreana durante as manobras militares entre Washington e Seul. Horas antes da nova ameaça de Pyongyang, a imprensa oficial do regime comunista noticiou a realização de simulações de defesa no litoral leste do país, supervisionadas pessoalmente pelo jovem ditador Kim Jong-un. Embora especialistas duvidem que a Coreia do Norte tenha capacidade para atingir a área continental dos Estados Unidos, as bases no Japão e na ilha americana de Guam estão no alcance das armas convencionais de Pyongyang e são, portanto, um alvo realista. Diante do discurso norte-coreano, os EUA afirmaram recentemente que tem totais condições de proteger o seu território e o de seus aliados na Ásia. (Veja)
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