
Ao passo em que o Congresso Nacional resiste a discutir o fim do voto secreto, seis assembleias legislativas e a Câmara Legislativa acabaram com o sigilo. Os parlamentares abriram mão da prerrogativa no Acre, no Espírito Santo, no Maranhão, em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Rondônia e no Distrito Federal. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) foi a primeira a adotar a medida, em 2001, mas, ancorada pela Constituição, manteve o voto secreto nos processos de perda de mandato."O fim do voto secreto é requisito básico para qualquer reforma política. Quem tem o direito de votar secretamente é o eleitor. O eleito tem que votar aberto e ostensivamente para prestar contas do mandato.
Nenhum comentário:
Postar um comentário