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Apresentação: Marcos Soares

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21 novembro 2013

Ex-banqueiro quer periciar fraudes no próprio banco

A liquidação do Banco Cruzeiro do Sul terá mais um capítulo inusitado para ser acrescentado ao processo que corre no Banco Central. O ex-controlador da instituição, Luis Felipe Índio da Costa, entrou na Justiça pedindo uma perícia nos contratos de empréstimos consignados que foram considerados fraudulentos. Embora possa parecer inusitado, a solicitação tem na verdade por objetivo protelar a ação administrativa contra o ex-banqueiro. O pedido dos advogados de Índio da Costa foi feito à 12ª Vara Federal no Rio de Janeiro com a justificativa de que não consegue ter acesso aos contratos que foram classificados como fraudulentos pelo Banco Central. No processo de liquidação constam apenas 100 contratos de um total de “280 mil” que possivelmente foram contabilizados de forma fraudulenta para esconder um rombo de cerca de R$ 1,2 bilhão do balanço do banco. O ex-controlador do Cruzeiro do Sul alega que para ter certeza absoluta das fraudes seria necessário periciar no mínimo 10% dos contratos em questão, o equivalente a 28 mil contratos. Durante essa perícia, os advogados de Índio da Costa também pediram que o processo contra o ex-banqueiro fosse suspenso. A constatação das fraudes pelo Banco Central levou em conta informações cruzadas com bancos de dados de outras instituições para constatar o golpe. O banco Central já negou diversas vezes pedidos semelhantes de Índio da Costa e alega que os contratos que constam do processo são suficientes para caracterizar o crime e a inclusão de mais contratos não deverá alterar a constatação das fraudes cometidas pelos ex-donos do Cruzeiro do Sul. (JB)

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