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Programa Comando em Conexão

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Apresentação: Marcos Soares

RÁDIO ITABUNENSE

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20 novembro 2013

Tanto aqui como lá

Na avaliação de autoridades italianas que lidam com processos de extradição, não haveria razão para Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelo esquema do mensalão, ser julgado novamente no país, como quer o fugitivo. Isso porque lavagem de dinheiro e corrupção são crimes reconhecidos em acordos bilaterais. Um cidadão italiano condenado à morte no exterior, por exemplo, teria direito a novo processo, já que a pena não é prevista na legislação do país. O caráter político que o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil quer dar à sua condenação seria questionável. "Se os direitos dele foram respeitados, não há por que não reconhecer a sentença brasileira", diz Erminio Amelio, da Procuradoria da República, em Roma. Especializado em terrorismo e máfia, o procurador diz que o caso Pizzolato é diferente do de Cesare Battisti, condenado na Itália por homicídio. Considerado alvo de perseguição política, o italiano não foi extraditado e vive em liberdade no Brasil. O procurador entende que, se Pizzolato for capturado e houver acordo entre os dois governos, ele poderá ser extraditado, mesmo tendo dupla cidadania, ou cumprir na Itália a pena já estabelecida no Brasil. (Mônica Bergamo)

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