Ontem (21), aconteceu mais uma audiência no Tribunal de Justiça Trabalhista-TRT Itabuna, referente ao processo que o radialista Linho Lima move contra a rádio Jornal. A direção da emissora (Duda e Marcos Luz) sustenta que o comunicador nunca fez parte de seu quadro funcional, versão sustentada pelas testemunhas. Linho afirma que trabalhou na RJ de 2004 a 2013. Ora, todo mundo sabe que Linho Lima trabalhou na reportagem policial para a Jornal e entrava em vários programas da emissora. A melhor testemunha é o ouvinte. Eu, particularmente, ouvia o repórter, direto do Complexo Policial, transmitindo boletins para programas de Rai Nascimento, Jota Silva e Gilvan Lima, para checar e atualizar os posts da RBN. Negar isso é, no mínimo, mentir. E mentira, para a Justiça, é sinônimo de cadeia, como alertou a juíza que conduziu o caso no TRT5. Eu testemunhei a favor de Linho, enquanto Gilvan Lima, locutor, ex presidente do Sindicato dos Radialistas, e Cosme Denilson, operador de som e um diretores do Stert, defenderam a Jornal. A causa foi fixada em R$ 30 mil. A sentença deve sair em fevereiro. Em tempo: durante a audiência, uma das testemunhas disse que Linho participava dos programas em acordo com os apresentadores, sem conhecimento da direção. Pasmem, durante nove anos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário