Se terão o contrato cumprido no quesito valor da passagem, com o aumento da tarifa para R$ 3 anunciado na quarta-feira pela prefeitura, as empresas de ônibus parecem, por sua vez, não dar conta de obrigações básicas para o serviço que oferecem. Um relatório da equipe técnica do Tribunal de Contas do Município (TCM) de agosto do ano passado, ao qual o GLOBO teve acesso, revela que um teste feito por amostragem em 262 dos 8.479 veículos dos quatro consórcios que rodam na cidade do Rio detectou que nada menos do que 78 (30%) estavam com o licenciamento anual em atraso no Detran. A situação mais grave foi encontrada no Transcarioca, responsável pelas regiões de Barra e Jacarepaguá: 31 (45,6%) dos 68 ônibus analisados não estavam com a vistoria em dia.
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