O serralheiro Ariel Gomes da Silva é inocente. Como O DIA denunciou em julho de 2012, o rapaz estava sendo acusado pela Polícia Civil de crimes que não cometera: um roubo de carro na Rodovia Washington Luís, em Saracuruna, Duque de Caxias, e o homicídio do policial civil Eduardo da Silva Oliveira, morto com uma bala no pescoço durante o assalto. Por absoluta falta de provas contra o serralheiro — e inúmeras a seu favor —, o Ministério Público opinou pela exclusão de Ariel no processo, e o juiz Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, arquivou o caso contra ele. “Em relação ao indiciado Ariel Gomes da Silva, apesar de ter sido preso por força de mandado de prisão temporária, já que teria sido reconhecido pelos ocupantes de um veículo roubado, verificou-se que o mesmo não participou da empreitada criminosa, eis que estava em seu local de trabalho, comprovando-se ainda, por meio de interceptações telefônicas, que não efetuou qualquer ligação com os demais acusados”, diz documento do MP encaminhado à Justiça. Mas Ariel não foi reconhecido somente pelas vítimas. Dois policiais civis, que participaram do tiroteio, também o reconheceram como um dos assaltantes. Tudo se encaminhava para a condenação de Ariel por roubo e homicídio, até que, três meses depois, O DIA teve acesso, com exclusividade, ao surpreendente resultado do exame de balística no projétil retirado do corpo do detetive Eduardo: o autor do tiro havia sido o inspetor da polícia Lincoln Vinícius Bastos Vargas, um dos que reconheceram Ariel.
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