As manifestações que acontecem desde junho do ano passado no Brasil darão à eleição presidencial deste ano um ambiente completamente diferente dos anteriores. A campanha ocorrerá em meio à efervescência de eleitores que foram (e vão) às ruas e aguardam mudanças de postura do governo e da oposição. Alguns acreditam que os atos do ano passado foram maiores do que o movimento que culminou no impeachment de Fernando Collor, que teve Brasília como foco, enquanto, em 2013, houve manifestações em todas as regiões do País. Este ano, novos protestos já aconteceram e devem continuar, alguns com pautas antigas - como os contrários à realização do Copa do Mundo e ao aumento das tarifas de ônibus - e outros com novas - a exemplo dos favoráveis aos "rolezinhos". Alvo das manifestações, a maior parte da classe política é cautelosa e, publicamente, evita cravar posicionamentos sobre os protestos. Mas sabem que precisarão incluir nos seus discursos a pauta das ruas. A presidente Dilma Rousseff (PT) já saiu incontáveis vezes em defesa da realização da Copa, citando legados sociais e de obras - e o governador-presidenciável, Eduardo Campos (PSB), tenta atrair para si a bandeira da "nova política".
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