Depois da grande repercussão do primeiro beijo gay em uma telenovela brasileira (Amor à Vida, da Rede Globo), as questões relacionadas ao público homossexual ganharam fôlego nas agremiações partidárias, que vêm uma oportunidade de colocar a pauta da diversidade sexual no centro das estratégias dos partidos. A intenção dos núcleos políticos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), nesses quatro meses que antecedem as convenções partidária, é intensificar as discussões internas nas legendas e criar condições para que a comunidade possa indicar representantes à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. Se for levado em conta que o público LGBT na Bahia não tem representante político nas Casas Legislativas e que no Congresso Nacional, em meio a 513 deputados, o único parlamentar assumidamente gay é Jean Wyllys (Psol-RJ), conclui-se que a batalha só está começando. "É bonito ver o Félix (ator Mateus Solano) na telinha falando que vai saborear a Santa Ceia e engarrafar a água do rio Jordão. Mas no dia a dia a comunidade LGBT come o couro", diz o presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira. Embora as políticas voltadas aos homossexuais estejam contempladas, de um modo geral, nas propostas programáticas de todos os partidos, algumas siglas mais tradicionais, como o PMDB e o DEM, ainda não têm instâncias setoriais voltadas exclusivamente a este público.
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