TESTE


RÁDIO ITABUNENSE

FALE CONOSCO

FALE CONOSCO

Programa Comando em Conexão

Programa Comando em Conexão
Apresentação: Marcos Soares

Áudio Sul Web Rádio: https://www.audiosulwebradio.com.br/

Áudio Sul Web Rádio: https://www.audiosulwebradio.com.br/
Ouça através do site Radiosnet

Postagem em destaque

Jogos de hoje, segunda-feira, 06/04/2026: onde assistir futebol ao vivo e horários

 Confira onde assistir ao vivo aos jogos de futebol e qual horário os times jogam hoje, segunda-feira, 06 de abril de 2026 (06/04/26). Jogo...

16 fevereiro 2014

Um país em busca do sorriso perdido

O sonho de muitos brasileiros de ter um belo sorriso, com dentes perfeitos, criou um grande mercado no país. Os implantes odontológicos movimentam R$ 400 milhões por ano e dão ao Brasil a segunda posição mundial nesse campo, atrás apenas dos Estados Unidos. Entre os Brics (grupo que inclui Rússia, Índia, China e África do Sul), ocupamos a primeira colocação. O setor cresce em média 15% ao ano e deve manter o ritmo na próxima década, uma vez que o número de desdentados ainda é elevado no país.A Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, do Ministério da Saúde, mostra que, aos 28 anos de idade, os brasileiros, em média, já perderam cinco dos 32 dentes. Aos 42 anos, a proporção de falhas chega a 35%, e, entre a população de 50 anos, pode superar 50%. Apesar de preocupantes, os índices melhoram: há três décadas, pessoas com 28 anos já haviam perdido metade da dentição. Para Fábio Embacher, membro da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), a ascensão social dos brasileiros turbinou esse mercado. “O crescimento do número de fabricantes tornou o tratamento bem mais acessível, incluindo uma parcela da população, que, com o aquecimento do mercado de trabalho, melhorou a renda. Hoje, o implante custa cinco vezes menos do que há 20 anos”, garante. Embacher conta que, no ano passado, os brasileiros fizeram quase 2 milhões de implantes. O custo de cada dente refeito varia entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil. Em alguns casos, a compra das próteses pode ser parcelada em até 12 vezes, o que também passou a atrair pessoas das classes C e D.

Nenhum comentário: