
Na jornada de três a quatro horas entre sua casa, em Jacarepaguá, e o trabalho, em Botafogo, o motorista Leandro Cardoso, 29 anos, descobriu que poderia fazer mais do que jogar o viciante quebra-cabeça Candy Crush. Na internet, encontrou videoaulas e decidiu usar o tempo ocioso no trânsito para aprender. Fã de tecnologia, costuma assistir ou ouvir (quando está dirigindo) aulas de Português e Matemática na tela de seu Samsung Galaxy. “Nem ligo mais meu notebook, está largado lá em casa”, diz. Cardoso faz parte do contingente crescente de pessoas que se valem da mobilidade dos smartphones e tablets para estudar.A modalidade de ensino já tem até nome: mobile learning (ensino móvel, em inglês). O m-learning é uma espécie de extensão do ensino à distância, focado no aprendizado via computadores. Devido à grande capilaridade da telefonia no Brasil, é uma aposta das empresas de tecnologia e instituições de ensino.
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