
O Ministério Público Estadual (MPE) vai pedir a quebra de sigilo da incorporadora BKO, única empresa citada pelo fiscal delator Luis Alexandre Cardoso de Magalhães como beneficiária da máfia do Imposto Sobre Serviços (ISS) que não confessou participação no esquema de pagamento de propina na Prefeitura de São Paulo.Os promotores que investigam a quadrilha acusada de desviar até R$ 500 milhões dos cofres municipais entre 2007 e 2012 também vão convocar para depor o secretário de Finanças da gestão Gilberto Kassab (PSD), Mauro Ricardo, que hoje ocupa o mesmo cargo na Prefeitura de Salvador. Ele foi chefe do setor em parte do período no qual a quadrilha atuou.Ambas as ações ocorrem após o MPE receber o relatório final da investigação feita pala Controladoria-Geral do Município (CGM), órgão criado pela gestão Fernando Haddad (PT) que deu início à investigação sobre a máfia no ano passado a partir da análise do patrimônio dos fiscais.também os servidores Fabio Remesso e Amilcar Cansado Lemos como beneficiários do esquema.
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