
A crise gerada pela investigação da Polícia Federal levou a Petrobras a adotar mudanças nos procedimentos de negociações de contratos com seus fornecedores. Segundo fontes próximas, a empresa decidiu levar à Justiça discussões sobre pedidos de aditivos contratuais por aumento de preços na prestação de serviços. Na avaliação do mercado, o intenso tiroteio que atinge a estatal tem provocado paralisia em processos internos de aprovação e renegociação de contratos. Hoje, a presidente da companhia, Graça Foster, participa de audiência pública no Congresso, convocada pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). Fontes do setor dizem que a construtora Queiroz Galvão foi uma das primeiras afetadas pela nova política.
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