A defesa do vereador Marco Prisco, principal líder da greve da PM baiana, entrou nesta quarta-feira (30) com recurso para que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decida sobre o pedido de liberdade em prol do cliente. Prisco está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, desde o último dia 18.Na última semana, o ministro Ricardo Lewandowski rejeitou liminar pedindo julgamento do habeas corpus, mas o mérito do pedido ainda não foi avaliado. Na avaliação do ministro, dois dias de greve da PM foram “alarmantes” e o fim da paralisação não restabeleceu a ordem pública, o que justificaria a manutenção da prisão de Prisco.No recurso, a defesa de Prisco pede que o STF determine uma medida cautelar alternativa à prisão.Prisco responde por sete crimes estabelecidos pela Lei de Segurança Nacional por conta de ações na greve da PM de 2012.
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