Depois de registrar um desempenho medíocre em março, de apenas R$ 3,2 bilhões, o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS) trouxe, em abril, um superávit de R$ 16,597 bilhões, fechando o primeiro quadrimestre de 2014 com uma economia de R$ 29,659 bilhões. O resultado ficou um pouco acima da meta prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de R$ 28 bilhões, e foi turbinado pelo aumento da arrecadação e pelos dividendos pagos pelo BNDES, Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil ao Tesouro. O secretário do Tesouro, Arno Augustin, considerou o resultado de abril—terceiro melhor para o mês na série histórica, iniciada em 1997 — "muito bom" e "em linha" com as expectativas de melhora do desempenho fiscal do governo. "Prevíamos um mês de abril melhor", disse.
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