Nascido e criado nos morros, o funk tem uma história de altos e baixos. Ganhou voz em meados da década de 1990, mas em seguida foi marginalizado por ter, em alguns locais, sua imagem associada aos ‘proibidões’, letras que exaltavam termos pornográficos e o tráfico de drogas. Ficou oprimido por um tempo, mas nunca esquecido. Há alguns anos, retomou seu fôlego graças a artistas e produtores que se dedicam a resgatar o melhor do mais carioca dos ritmos. Agora, com status de movimento cultural e apoio financeiro da Secretaria Estadual de Cultura, o funk começa uma nova etapa de sua história, com bailes legais e financiados como projetos do estado em áreas com UPPs.Mês passado, uma equipe julgadora participou da última etapa de seleção de projetos inscritos no edital, lançado pela secretaria em dezembro, para escolher programas que receberiam apoio para serem realizados.
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