Um casamento, um filho, estabilidade ou mais qualidade de vida. São muitos os motivos que levam milhares de candidatos a estudarem para um concurso público. Seja qual for o objetivo para participar da seleção do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ), a presidente do órgão, desembargadora Leila Mariano, deseja que um novo perfil de servidores ingresse no quadro. — Com os processos eletrônicos, vamos precisar de pessoas que tenham agilidade no computador e noções de Direito, para servir de apoio aos magistrados. Ainda vamos precisar de servidores que carreguem e costurem processos, mas essa realidade está mudando. Queremos um servidor mais qualificado — explica a desembargadora. Para isso, o próximo concurso cobrará matérias como Raciocínio Lógico, Noções de Direto Processual Civil e Noções Práticas de Informática. Nível médio - O cargo é de técnico de atividade judiciária, com salário inicial de R$ 3.518,13. Nível superior - As chances costumam ser para analista judiciário. Para a área administrativa, é preciso ter formação superior. O salário é de R$ 5.794,26. Para quem atuar na execução de mandados, o valor sobe para R$ 7.532,54. Provas - A orientação é estudar com base no edital publicado em 2012. Na ocasião, para o nível médio foram cobradas questões de Português, Informática, Noções de Direito Administrativo, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Processual Civil, Noções de Direito Processual Penal e Legislação. Orientação - Para o professor Arenildo Santos, é importante não criar fantasmas. “Nenhuma matéria é tão difícil a ponto de não ser compreendida’’.
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