O setor elétrico deixou de arrecadar cerca de R$ 5,5 bilhões no primeiro semestre com o adiamento, para 2015, do início da vigência das bandeiras tarifárias na conta de luz. O valor, calculado pela comercializadora Comerc a pedido do Brasil Econômico, poderia reduzir a necessidade de aportes nas distribuidoras de eletricidade, que enfrentam dificuldades para pagar pela energia térmica e por contratos no mercado de curto prazo. Amanhã, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decide por novo adiamento na liquidação de contratos da Câmara Comercializadora de Energia Elétrica (CCEE), enquanto estuda novo socorro ao setor. As bandeiras tributárias foram criadas para conferir maior realismo na conta de luz, sobretaxando os consumidores em períodos de seca, quando a energia mais cara é acionada para poupar água nos reservatórios das hidrelétricas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário