Lucros ainda em alta, crescimento do crédito desacelerando, ritmo de queda dos índices de inadimplência estacionando — com tendência de ligeira alta — e spreads em recuperação. Este é, em resumo, o cenário esperado pelos analistas do Banco do Brasil Investimentos (BB BI) e Goldman Sachs para os bancos brasileiros de capital aberto na bolsa. As divulgações dos resultados registrados no segundo semestre deste ano começam na quinta-feira, com Bradesco e Santander. Nem mesmo as medidas anunciadas pelo Banco Central (BC) na sexta-feira, que podem liberar até R$ 45 bilhões dos bancos para empréstimos, deve surtir efeitos consideráveis. Se os bancos usarem mesmo esses recursos liberados para emprestar, o aumento de liquidez deve aumentar a concorrência e provocar uma queda dos juros.
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