Após 45 dias de impasse sobre a crise do Sistema Cantareira, a Agência Nacional das Águas (ANA) anunciou nesta sexta-feira, 29, ter chegado a um acordo com o governo paulista para reduzir novamente o volume que pode ser retirado do manancial pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para abastecer a região metropolitana. O acerto, porém, foi negado pela Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, indicando novo conflito entre os governos Dilma Rousseff (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB).Segundo a ANA, foi acordado com o Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), em uma reunião do comitê anticrise do Cantareira iniciada no dia 21 de agosto, que a partir do dia 30 de setembro a Sabesp deverá retirar do manancial no máximo 18,1 mil litros por segundo em média. Ainda de acordo com órgão federal, o índice cairá para 17,1 mil litros por segundo a partir do dia 31 de outubro.
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