Com um lenço cobrindo a cabeça e um filho pequeno no colo, uma mulher rabisca no caderno as palavras escritas no quadro negro em português. A professora voluntária faz mímica e interpreta as palavras com caretas para ajudar cerca de 15 pessoas a entender expressões como ‘ficar sem trabalho’, ‘acordar cedo’, ‘pagar’ e ‘receber’. O vocabulário já faz parte do cotidiano de sírios no Brasil, que se consolida como a nova rota de refugiados na América Latina.A cena ocorreu na quarta-feira à noite, no terceiro andar da mesquita da Liga da Juventude Islâmica do Brasil, no Pari, área central de São Paulo. Lá, refugiados sírios que chegam todas as semanas no país tentam aprender o idioma e nutrem a expectativa de uma vida melhor. Para eles, a realidade parece tão distante desse ideal quanto a paz na Síria.
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