A presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, disse nesta segunda-feira que não tinha “a menor ideia” de malfeitos na Petrobrás, admitiu a possibilidade de ter havido corrupção, mas garantiu não existir hoje mais “sangria” na estatal. Ao participar da série Entrevistas Estadão, no Palácio da Alvorada, Dilma definiu como “estarrecedor” o fato de haver um esquema criminoso com a participação de um funcionário de carreira da Petrobrás. “Se houve alguma coisa, e tudo indica que houve, eu posso te garantir que todas, vamos dizer assim, as sangrias que eventualmente pudessem existir estão estancadas”, afirmou a presidente, na primeira entrevista concedida ao Estado desde que foi eleita, em 2010. “Eu não tinha a menor ideia de que isso ocorria dentro da empresa”, afirmou. Na delação premiada, feita na semana passada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa - preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal -, acusou políticos do PT, PMDB e PSB de participação no desvio de dinheiro da empresa. As denúncias causaram preocupação no Palácio do Planalto e na coordenação da campanha de Dilma porque o escândalo pode ressuscitar a memória do mensalão, que atingiu o PT e o governo Luiz Inácio Lula da Silva.
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