O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deu o nome de 12 senadores, 49 deputados federais e um governador como parte da delação premiada para tentar obter perdão judicial. Os envolvidos seriam de cinco partidos políticos. Segundo Costa, eles recebiam propinas de 3% sobre contratos da Petrobras durante a gestão dele na diretoria da empresa.A delação chegou ao Supremo Tribunal Federal no começo desta semana para que o ministro Teori Zavascki homologue o acordo. Na iminência de sofrer condenações decorrentes de ação judicial, Costa considera que não tem a menor chance de sair da prisão tão cedo. E quer preservar a família, que se tornou alvo da operação Lava Jato, esquema de lavagem de dinheiro investigado pela Polícia Federal.No último dia 22 de agosto, o presidente do Democratas, senador Agripino Maia (DEM-RN), afirmou que o ex-diretor da Área de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa poderia contribuir para abrir a "caixa preta" da companhia.
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