O Chile foi cenário nesta segunda-feira de um dos mais assustadores atentados terroristas desde a redemocratização do país, em 1990. Às 14h05m (hora local), uma explosão na estação Escuela Militar do metrô de Santiago, por onde passam milhares de pessoas todos os dias, deixou 14 feridos, entre eles uma funcionária da empresa Metro S.A que perdeu os dedos da mão direita. O governo da presidente Michelle Bachelet prometeu aplicar a Lei Antiterror, embora até a noite desta segunda-feira não existisse qualquer informação sobre os responsáveis. A chefe de Estado, que em março passado assumiu seu segundo mandato (o primeiro foi entre 2006 e 2010), visitou as vítimas hospitalizadas e assegurou que "os culpados por estes atos deverão responder". Nesta segunda-feira, o clima era de temor entre a população, já que este ataque somou-se a outros 28, de menor escala, ocorridos desde o início do ano. Segundo fontes judiciais, mencionadas por meios de comunicação chilenos, a explosão foi provocada por um extintor de incêndio recheado com pólvora negra, colocado dentro de uma lata de lixo próximo à praça de alimentação da galeria Subcentro, que se conecta com a estação do metrô. Em 13 de julho passado, outra bomba de fabricação caseira foi detonada dentro de um vagão de metrô na estação Los Dominicos, mas não houve feridos. A presidente convocou uma reunião de urgência para esta terça-feira com o Conselho Operacional de Segurança e suspendeu sua agenda. Bachelet, à frente de uma ampla aliança de centro-esquerda que venceu as eleições de dezembro do ano passado, ordenou a utilização de todos os recursos necessários para encontrar os responsáveis.
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