Pesquisa indica que maiores quebras na safra gaúcha não ocorreram em ano de La Niña, mas em anos neutros ou de El Niño com fraca intensidade Redução no valor do grão pode resultar em lucro R$ 2 bilhões menor para os produtores gaúchos na temporada 2014/2015 em relação à colheita anterior.Fator que costuma injetar ânimo nos agricultores por ser usualmente associado ao prenúncio de bom rendimento para as culturas de soja e milho, o fenômeno El Niño pode ter seu retorno confirmado ainda neste ano mas não é garantia de colheita farta. Nem a ocorrência do La Niña, normalmente temida no campo pela menor ocorrência de chuva no Estado, é sinal de quebra na lavoura. A conclusão é de um estudo do agrônomo Ronaldo Matzenauer, que deverá ser publicado no próximo ano pela Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro).
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