
O Ministério Público de Ribeirão Preto (SP) anunciou abertura de inquérito para investigar as denúncias de racismo, discriminação e violência sexual que envolvem alunos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP). A decisão foi tomada atendendo a pedido de representantes de movimentos sociais que na sexta-feira, 5, estiveram na promotoria.O promotor Sebastião Sérgio da Silveira contou que a apuração, que já ocorre internamente na USP, a partir de agora também será realizada pelo MP. Ele estará chamando para depor estudantes e outros envolvidos e interessados, inclusive, do Diretório Acadêmico da Faculdade de Medicina.O resultado da investigação pode resultar na assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) ou até mesmo em ação civil pública por danos morais coletivos. Na USP uma comissão formada por três professores já vem averiguando as denúncias desde o mês passado. Entre os movimentos que pressionam por providências está o "Coletivo Negro", formado dentro da própria universidade.
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