Responsável pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depec) do Bradesco, o economista Octavio de Barros mantém a projeção de 1,5% de queda do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, mas prevê que o biênio 20I5-I6 poderá ser lembrado no futuro como o "rito de passagem" importante para um novo regime de crescimento de melhor qualidade. Ele afirma que, sem dispor de dínamos visíveis de crescimento, o Brasil "precisa ousar e tomar iniciativas que abram novas possibilidades". A melhor estratégia, diz Barros, é o que os franceses chamam de fuga para frente (fuite em avance). Ou seja, para além do ajuste fiscal, deve-se adotar uma "cultura de governança", que vai desde a governança fiscal e orçamentária, à governança das empresas e dos bancos públicos, passando pela gestão das cidades e dos sistemas de saúde e educação. Outro ponto crucial, a seu ver, é a abertura da economia brasileira: "E importante transmitir ao mundo que o Brasil quer deixar de ser o país comercialmente mais fechado do planeta".
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