Em 100 dias de mandato, a presidente Dilma Rousseff produziu uma estranha organização política em Brasília: tem o ônus de governar, mas o bônus migrou para o PMDB de Renan Calheiros, presidente do Senado, Eduardo Cunha, que comanda a Câmara, e o vice Michel Temer, recém-encarregado da articulação política. A presidente usa o PMDB para tentar controlar o próprio PMDB, mas passa a impressão de ter abdicado do poder, como mostra reportagem da revista Veja
O publicitário, novo homem-bomba da Lava Jato
Ricardo Hoffmann, preso nesta sexta-feira, teria lavado dinheiro para o ex-deputado André Vargas em troca de contratos milionários com órgãos do governo. Veja
Licitação dos caças da FAB volta a emperrar
Ministério Público apura favorecimento de empresa ligada a oficiais da aeronáutica, a AEL Sistemas, subsidiária local da israelense Elbit. Veja
Nenhum comentário:
Postar um comentário