A chegada de uma nova doença do Estado do Rio é questão de tempo. E, em caso de epidemia, autoridades alertam: sete a cada dez pessoas podem ser atingidas. A Chikungunya tem sintomas parecidos e a mesma forma de transmissão da dengue, mas se alastra com muito mais velocidade e infecta um número superior de pessoas.Como os habitantes do Rio não têm imunidade ao vírus, toda a população está vulnerável. E não são apenas os mosquitos Aedes aegypti, os da dengue, os inimigos. Além deles, os Aedes albopictus também passam Chikungunya.“Não sabemos por que o vírus ainda não chegou ao Rio. Pode ser hoje ou daqui a mais tempo. Temos os vetores (insetos) e condições climáticas favoráveis”, afirma o superintendente de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.Surtos recentes da doença aconteceram no Caribe — onde, em menos de seis meses, mais de cinco mil pessoas adoeceram — e na América Central.
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