Fantástico ouviu mães e avós que perderam suas crianças durante operações da polícia. Mais da metade dessas mortes acontece no Rio de Janeiro, apesar do programa de pacificação mantido pelo governo do estado.Aos 11 anos, Fabiana subia o morro do Telégrafo, no Rio de Janeiro, onde morava com a avó, e tinha um sonho. “O sonho dela era ser veterinária, a minha casa era cheia de bicho”, diz Maria Aparecida de Oliveira, avó de Fabiana.Oito anos depois, as fotos espalhadas pela casa são a lembrança de uma vida interrompida quando a polícia entrou no morro atrás de bandidos.“Ela olhou para o relógio e falou: 'vovó, já fez 45 minutos que cessou os tiroteios. Vamos subir que eu vou tomar o meu copo de leite para dormir”, relembraO avô subiu com Fabiana na ilusão de que a paz tinha voltado. Mas a polícia ainda estava no alto do morro. “Eu senti o impacto no braço e na barriga. E eu vi a minha neta gritar aqui atrás.
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