A rede pública de saúde do Distrito Federal vive aquela que pode ser a maior crise de sua história. O Decreto de Estado de Emergência, a troca de secretário, o remanejamento de médicos e todas as outras medidas aplicadas em nove meses de gestão não foram suficientes para atenuar os problemas. A tábua de salvação para Rodrigo Rollemberg pode ser entregar a gestão dos hospitais públicos a organizações sociais, entidades filantrópicas e até faculdades. Enquanto o sistema é corroído pelos desafios, a equipe de governo conclui o estudo para a implantação do novo padrão de administração. A expectativa do Buriti é que em dezembro o plano seja divulgado. Para entidades de classe e especialistas, a “terceirização” pode deixar o serviço ainda mais prejudicado.Organizações sociais (OS) assumiram o controle de unidades de saúde de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, entre outros estados.
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