O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) investiga se dois casos de recém-nascidos com microcefalia no Rio estão ligados ao Zika Vírus, principal suspeito de causar a malformação. O laudo deve ficar pronto na próxima segunda-feira. No Rio, os 11 registros de microcefalia feitos este ano estariam dentro da normalidade, segundo a Secretaria estadual de Saúde. O órgão admitiu, porém, que pelo menos um dos casos tem suspeita de relação com o vírus. O primeiro caso no país de morte por Zika, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, foi confirmado ontem pelo Instituto Evandro Chagas, de Belém (PA). A vítima é um homem que morava no Estado do Maranhão e sofria de lúpus, uma doença que afeta o sistema imunológico. O Ministério da Saúde informou que está analisando os resultados e se posicionará oficialmente sobre o caso na segunda. Recentemente, o Ministério decretou emergência no país após um surto de microcefalia no Nordeste. O número de casos notificados como suspeitos já chega a 739 em 160 cidades de nove estados. A principal suspeita é que as mães destes bebês tenham contraído o Zika na gestação. O governo federal já anunciou que vai convocar o Exército para atuar no combate ao mosquito transmissor do Zika, que também causa a dengue e a febre chikungunya.
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