A empresa de sondas de petróleo Sete Brasil, investimento bilionário feito pela Petrobras, grandes bancos e fundos de pensão, já estuda entrar com um pedido de recuperação judicial. A Folha apurou que a medida será sua última cartada para pressionar a Petrobras, caso a estatal não cumpra o acordo "fechado" desde agosto. Sem receita e com uma dívida de cerca de R$ 14 bilhões com bancos credores, a Sete já consultou escritórios de advocacia para assessorá-la no possível processo. Como a Sete é um projeto de governo, a empresa quer mostrar à Justiça que a Petrobras –que também é sócia–está colocando a companhia em risco de falência ao não cumprir um acordo. A Folha apurou que, até a conclusão desta edição, os sócios ainda não tinham decidido sobre o pedido de recuperação. Os credores nem sequer foram avisados. Na semana passada, a Petrobras avisou a Sete que precisaria de mais dois meses para preparar os contratos. Mas, para isso, o conselho de administração teria de aprová-los. A reunião ocorreu nesta sexta sem que o assunto fosse discutido, como previsto. Os bancos credores da Sete (alguns também são sócios) tinham dado prazo para a solução do impasse até terça (1º/12). A maioria já reservou recursos para arcar com o possível prejuízo.
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