Uma semana após o governador Geraldo Alckmin (PSDB) suspender a reorganização das escolas paulistas, estudantes que ocupam colégios ainda avaliam qual será o rumo do movimento, desidratado após a desocupação de parte das escolas.Mesmo com a suspensão do plano pela gestão tucana, que afirma querer "aprofundar o diálogo" em 2016, os alunos pedem o cancelamento do projeto e a punição de policiais que agrediram adolescentes em manifestações.O governo queria dividir unidades por ciclos únicos (como só ensino médio). Para isso, iria transferir 311 mil alunos e fechar 92 colégios.Em um mês de ocupações e protestos, os secundaristas barraram o projeto que seria implantado em 2016. Também derrubaram o secretário da Educação, Herman Voorwald. Ainda não há substituto.No último dia 4, quando Alckmin recuou, 196 escolas no Estado estavam ocupadas. Nesta sexta (11), eram 99.
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