Diante de divergências internas do PMDB, explicitadas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, o governo Dilma deve deixar para a próxima semana a "repactuação" do ministério, com a distribuição de mais pastas para aliados como PP e PR. O adiamento foi sugerido pelo ex-presidente Lula, que tem defendido que o Palácio do Planalto avalie melhor as mudanças ministeriais para tentar segurar pelo menos uma parcela do PMDB. O projeto original do governo era fechar nesta sexta (1o) a nova composição ministerial, com a demissão dos peemedebistas. Agora, o Planalto já admite manter pelo menos dois dos sete ministros que o partido tinha antes de romper com o governo. Nesta quinta (31), dois dias depois do rompimento, o presidente do Senado classificou de "precipitada" a reunião do diretório que decidiu pelo desembarque e afirmou que a decisão não representou um "movimento consistente". Segundo interlocutores de Renan, ele não pretende fazer uma defesa pessoal da presidente, mas continua contrário ao impeachment. Na noite desta quinta, Renan se reuniu com Dilma e fez um apelo pela permanência de ministros do PMDB no governo.
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