Uma grande cadeia de pessoas, envolvendo médico e farmacêuticos, é suspeita de envolvimento em um esquema de abortos descoberto pela Polícia Civil em Belo Horizonta. A responsável pelos procedimentos, segundo as investigações, é Ilizabete Alves Menezes, de 69 anos, presa em 9 de março. Pelo menos 120 abortos realizados na capital são atribuídos a ela, mas existe a suspeita de que a mulher agisse desde a década de 1970. A mulher foi apresentada nesta quinta-feira.Foram indiciados pelo crime de formação de quadrilha Jaqueline Alves Menezes e Marcelo Alves Menezes Ferreira, filhos de Ilizabete, além de Jaildo Souza dos Santos. Todos foram denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Marcelo e Jaildo são considerados foragidos, pois têm mandados de prisão contra eles.Segundo o delegado Rodrigo Bossi, o caso começou a ser investigado na Corregedoria da Polícia Civil, que apurava o caso de um ex-policial que teria procurado a acusada para interromper a gravidez de uma companheira.
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