A Prefeitura de São Gonçalo quer responsabilizar o Comperj pela inundação provocada pelas chuvas na região, que deixaram mais de mil pessoas desalojadas há uma semana. Na quarta-feira, o município emitiu uma multa no valor de R$ 170 milhões à Petrobras, responsável pelo empreendimento. “A construção da estrada do Comperj possui um sistema de drenagem ineficiente e contribui para o estrangulamento do Rio Alcântara. A estrada se tornou um dique de contenção, que dificulta o escoamento das águas”, acusou o prefeito Neilton Mulim. Segundo a Secretaria Municipal do Ambiente, com licença do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), em 2012 a estatal construiu uma estrada de serviços para cargas especiais e grandes dimensões (UHOS, na sigla em inglês). A via liga a Praia de Itaóca, em São Gonçalo, ao Comperj, em Itaboraí, cortando os bairros do Salgueiro e Jardim Catarina. Segundo Mulin, a estrada foi construída em um trecho de faixa de domínio da antiga linha férrea que cortava a cidade. O Inea iniciou quarta-feira a dragagem do Rio Brandoas. O prefeito aguarda um encontro com o governador em exercício, Francisco Dornelles, para solicitar mais equipamentos para ajudar na limpeza.
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