Verner Bonicenha Verneck, de 22 anos, trabalhou como bilheteiro da SuperVia, empresa do grupo Odebrecht Transport, entre 2013 e 2015. Exercia sua função em estações de trem, principalmente na Baixada Fluminense. Verner recebia um salário líquido, no contracheque, de R$ 966,67. Apesar disto, a empresa cobrou dos cofres do estado R$ 3.733,93 como base de contribuição pela mão de obra do funcionário, como se ele trabalhasse no teleférico do Complexo do Alemão, local em que só esteve a passeio.Por cinco anos, a SuperVia explorou, sem licitação, o transporte de passageiros no teleférico. A conta para o estado pelos 60 meses de serviços prestados, segundo a própria Secretaria de Transportes (Setrans), foi de R$ 3,3 milhões por mês, ou seja, mais de R$ 180 milhões por todo o período. Além desse dinheiro, no contrato com a concessionária, estava previsto ainda que o governo ressarciria a empresa por todas as despesas com funcionários do teleférico.
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