Depois de se negar a dialogar com o governo do presidente em exercício Michel Temer, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) aceitou participar da mesa de negociações com outras quatro centrais sindicais sobre a reforma da Previdência e outras questões trabalhistas. O resultado das conversas será levado ao novo governo.Ligada ao PT, a CUT não reconhece a legitimidade do governo Temer e defende a volta da presidente Dilma Rousseff. Segundo dirigentes da CUT, o fato de aceitar participar das conversas com as demais entidades não significa reconhecer o governo Temer.Na segunda-feira passada, as outras quatro centrais (Força Sindical, Nova Central, UGT e CSB) estiveram com Temer para criar um mecanismo permanente de negociações sobre a reforma da Previdência e outros temas da pauta trabalhista.
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