Quem visitar a parte externa do Hospital Espanhol, localizado na Barra e fechado há mais de dois anos, tem a impressão de estar diante de um elefante branco.O aspecto de abandono é visível e apenas um segurança ocupa a entrada do grande imóvel onde 270 leitos, sendo 60 de UTI adulta e 12 UTI neonatal, estão entregue às moscas, situação que constrange a classe médica baiana.“Este cenário é lamentável, de aparelho que poderia estar servindo à sociedade”, lamenta Francisco Magalhães, presidente do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia.“Soube que a Promédica, empresa do setor, fizera uma proposta de R$ 120 milhões para arrematar a unidade em novembro de 2015. Na época a dívida trabalhista do hospital já estava em R$ 85 milhões, mas ao que parece já deve estar em torno dos R$ 200 milhões”, lamentou o representante do Sindmed.“É preocupante porque durante todo esse tempo a estrutura e equipamentos como tomógrafo, raio x, entre outros, estão comprometidos pelo fato de não estarem sendo usados.
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