Após esperar duas horas em um ponto de ônibus da Avenida Brasil, na altura de Paciência, na Zona Oeste, Fabiana Libertholdo, de 36 anos, tem que contar com a ajuda de outros passageiros para levar o filho cadeirante, de 7, ao tratamento. Como os elevadores para deficientes não funcionam na maioria dos coletivos, homens precisam saltar e carregar o menino para dentro do veículo, que geralmente vem lotado. O problema é apenas uma das dificuldades que ela enfrenta nas viagens de ida e volta até a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPB), em Campo Grande, duas vezes por semana.A aflição da família começa antes de chegar o ônibus da linha que liga Itaguaí a Campo Grande, da empresa Expresso Mangaratiba. Segundo Fabiana, boa parte dos motoristas passam direto pelo ponto após perceberem que o menino usa cadeira de rodas.
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Poxa, olha o nome do ponto? "Paciência " é um ponto que ninguém quer parar.
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